domingo, 12 de agosto de 2012

RESTAURANDO A ESPERANÇA


           As prateleiras das livrarias estão cheias de histórias de casamentos maravilhosos que acabaram se tornando frios, distantes e infelizes. Mesmo quando contam sua própria história, os autores mostram como pode ser difícil separar os efeitos dos problemas conjugais de suas causas. Por exemplo, as dificuldades sexuais e financeiras podem gerar tensões no casamento, mas a tensão conjugal também pode causar problemas na cama ou no saldo da conta bancária. Embora exista uma relação circular entre causa e efeito, podemos observar vários efeitos específicos, gerados pela tensão matrimonial.
            1. Confusão, desespero e desânimo. Apanhados no meio de um conflito e vendo seu casamento se desintegrar, o marido e/ou a mulher muitas vezes se sentem esmagados e confusos sobre o que fazer. Alguns chegam a fazer loucuras tentando consertar a situação, mas geralmente seus esforços são inúteis. Outros, se desesperam e adotam uma atitude resignada como quem diz: “A situação não vai melhorar mesmo; nem adianta tentar”.
            Todo casamento é alicerçado na esperança. As pessoas se casam porque esperam que a vida em comum seja mais produtiva, satisfatória e significativa que a vida de solteiro. Quase todos os casamentos passam por desapontamentos. Quando isso acontece, a esperança geralmente cede lugar à tristeza, mágoa e raiva. Os cônjuges se sentem desesperançados, e a desesperança é um sentimento contagioso. Portanto o que nos devemos fazer hoje é restaurar a esperança todos os dias.

                Quando a esperança é restaurada os efeitos abaixo não são apresentados.

             2. Afastamento. Muitas pessoas são legalmente casadas, vivem juntas e, às vezes, dormem na mesma cama, mas são emocionalmente e psicologicamente divorciadas. O casal pode até se envolver em atividades semelhantes e sair juntos, mas eles têm pouco afeto, preocupação, comunicação, intimidade, amor e interesse um pelo outro. O casamento segue em frente sem brigas, como uma trégua incômoda que pode durar a vida inteira.

         3. Abandono. Muitos casais já se abandonaram. Convivem pacificamente, mas já não há reciprocidade de carinho, de preocupação, de amor.
            
                4. Separação ou divórcio. É o ponto final. É a ruptura legal do casamento, da união.

                Uma vida conjugal, uma união matrimonial não pode terminar assim. O que Deus juntou o  homem não deve separar. Volte atrás na sua decisão de separação. Busque em Deus o reconciliamento. Deixa Deus restaurar a sua Esperança.

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